Salvador, Bahia, Brasil – parte 1

A gente passou 12 dias em Salvador, em novembro de 2016.
Esse é o primeiro post da nossa série de Salvador. O segundo e o terceiro posts podem ser lidos também!

pelourinho salvador bahia brazil

Um dos muitos gatinhos em Pelourinho

Durante nossa estadia, fizemos poucas coisas, mas fizemos com calma e aproveitamos o máximo que conseguimos.

Nosso acordo com a Hertz, locadora de carros no Brasil, funcionou perfeitamente e a gente conseguiu pegar um carro lá, o que facilitou muito nossa viagem.

A gente já tinha ouvido falar que contratar um guia para os passeios famosos seria o ideal por causa da segurança. Perguntamos para os moradores e todos eles disseram que um guia é legal porque eles sabem da história local, o que faz de qualquer passeio mais rico, mas não seria necessário, então a gente foi.

family pelourinho salvador bahia brazil

As crianças e a avó tendo um momento fofura em Pelourinho

A gente ia ver o Elevador Lacerda e tomar um sorvete, mas quando a gente estava chegando perto, um cara veio na frente do carro e começou a levar a gente para o estacionamento ‘dele’. A gente nem conseguia mudar de caminho porque ele não dava espaço.

Do nada, veio outro cara e empurrou (literalmente) o primeiro pra longe do nosso carro e fez com que a gente o seguisse. A gente seguiu porque não tinha nenhum outro lugar para ir.

Ele nos levou para um estacionamento com quem ele tinha um acordo e a gente aceitou. Ele começou a andar com a gente, falando do lugar.

Ele não era uma má pessoa, mas também não quis ouvir quando a gente disse que não queria guia. Ele só ficou andando com a gente e falando.

Praça da Sé

praça da sé salvador bahia brazil

Praça da Sé e a fonte

Primeiro ele levou a gente para a Praça da Sé, que é uma praça bem parecida com a Praça da Sé de São Paulo. Tem tantas igrejas em volta que até assusta. É uma praça grande e bonita, com muitas câmeras de segurança e polícia por todos os lados, alguns ambulantes e uma escultura. Na segunda vez que a gente foi, tinha um grupo jogando capoeira lá.

Tem uma fonte que acende de noite, fazendo com que a água faça uma dança colorida. Na nossa segunda visita ao lugar, que foi bem no dia depois do dia da Consciência Negra, a água estava vermelha – para lembrar aos escravos e negros assassinados até então, segundo um funcionário de uma das lojas. As crianças ficaram um pouco assustadas, mas foi uma excelente oportunidade para a gente conversar sobre escravidão e desigualdade com as crianças.

O guia nos disse que Salvador tem 365 igrejas católicas, o que quer dizer que dá para visitar uma igreja por dia sem repetir nunca. As crianças ficaram impressionadas.

Pelourinho

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Pelourinho, tão cheio de cor!

Decidimos almoçar e dizer, mais uma vez, que a gente não precisava de um guia naquele dia. Ele, finalmente, ouviu.

A gente almoçou em um restaurante chamado Coliseu. A comida não era muito boa, e nem o serviço. Foi também um dos restaurantes mais caros da nossa viagem pra Salvador, custando R$ 65/pessoa. A Coral não pagou e o Zé pagou metade depois de chorar bastante, mas ainda assim não valeu a pena.

Depois do almoço, começamos a andar e ficamos impressionados com a beleza do lugar! As casas todas coloridas, as ruas fechadas para carros (apesar de eu ter visto vários taxis pela região), que eu amo! As ruas de paralelepípedo não são as melhores para andar, mas ajudam a embelezar a cidade. Não é o melhor lugar para carrinhos de bebês nem salto alto, mas é um dos lugares que eu mais amei de lá.

Pelourinho é famoso por causa do clipe do Michael Jackson, gravado ali.

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Tapioca Thinna, deliciosa!

As ruas são cheias de lojinhas, museus, galerias de arte, alguns ambulantes e restaurantes. Tomamos uma limonada com água de coco deliciosa lá. Eu nunca imaginei que seria uma combinação boa, mas acredite, estava. Até a Melissa, que odeia água de coco, tomou o copo todo com gosto.

AH! Tem várias moças vestidas com roupas de baianas tradicionais, mas eles cobram uma taxa por foto, e tinha várias delas em restaurantes e lojas que aceitavam tirar fotos gratuitamente.

Andar pelo Pelourinho é uma delícia. Encontramos tantas lojas de lembrancinha com preços ótimos e coisas muito lindas. E a gente se sentiu bem seguro por lá.

Comemos tapioca no Thinna Bistrô, com tapiocas deliciosas. Tinha algumas opções vegetarianas lá e a limonada era azedinha, refrescante e deliciosa!

Esse foi um dos lugares mais lindos que a gente viu em Salvador, e eu amei todas as (duas) vezes. As construções coloridas, os gatinhos, a comida e as lojas lindas deixam qualquer dia bom.

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Praça da Sé de noite era uma coisa incrível.

Eu ia escrever tudo de Salvador nesse único post, mas como ele já está bem longo, vou dividir em 3 partes. A próxima parte vem na quarta-feira!

7 respostas

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  1. […] em novembro de 2016. Esse é o terceiro e último post sobre aquele lugar lindo. Você pode ler a primeira e a segunda partes […]

  2. […] quando viajamos para Salvador, eles nos deixaram devolver o carro aqui e pegar um lá dentro do mesmo plano. E depois, pegar […]

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  5. […] é o segundo post da série Salvador. Você pode ler a parte 1 aqui, sobre o Pelourinho e a Praça da […]

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