Rorotua, NZ, com crianças

Rotorua é uma cidade na Ilha Norte da  NZ que tem muita atividade geotermal (pense gêiseres, águas termais, e um cheirinho de pum) - clique para ler como foi passar uma semana lá com crianças

Um pin para facilitar a vida!

Passamos uma semana em Rotorua, na Ilha Norte da Nova Zelândia, em agosto de 2016.

Foi uma semana engraçada, com obras na rua que impossibilitavam a gente de parar no carro na garagem (ou mesmo perto da casa, por alguns dias). No dia em que chegamos, tinha um caminhão parado na entrada da casa e a gente não conseguia nem chegar perto. Pediram pra gente voltar em 3 horas. Voltamos pouco mais de 3 horas depois e o caminhão ainda estava lá. Pedimos pra eles tirarem o caminhão para que a gente pudesse entrar, e depois eles voltavam. Fomos encaminhados para o supervisor, que resolveu mexer o caminhão, já que a gente teve uma viagem de 7 horas e mais 3 esperando o caminhão acabar ali. Demoraram uns 15 minutos, mas afastaram o caminhão para a gente entrar.

3 dias depois, fomos avisados a não usar a descarga. Imagina, com 6 pessoas na casa. E no dia seguinte, fomos acordados com alguém batendo na porta freneticamente dizendo pra gente tirar o carro ou a gente não ia poder mexer o carro por 3 dias. Paramos o carro no quarteirão de cima – legal para carregar o carro para a viagem.

 

mount and lake tarawera

Monte e lago Tarawera em um dia nublado

 

Além das obras, a casa não tinha nenhuma assadeira (apesar de 2 fornos) e a gente teve que comprar umas assadeiras de alumínio – as crianças queriam fazer lasanha. Algumas das panelas estavam bem sujas e oleosas; panelas, produtos de limpeza, panos de limpeza, pá, tudo estava guardado junto. Apesar de tudo, era uma casa ok, quentinha, perto do centro e em um lugar sem o cheiro sulfúrico de Rotorua não era forte. A dona respondia rápido, mas não conseguia ajudar – não tinha nem como ajudar.

Enquanto estávamos lá, visitamos a Vila Enterrada (The Buried Village). Basicamente, é uma vila que foi enterrada quando o Monte Tarawera entrou em erupção e o lago Rotomahana explodiu. Sim, ele explodiu.

 

sulphur point

Sulphur Point, fedido e fantástico!

 

Lá tem um museu pequeno e uma caminhada maravilhosa. Eu achei que seria um lugar mórbido, mas não é! É bonito, divertido, e bem planejado – especialmente a parte de fora. Vale muito a pena! Um passe de família custa NZ$ 64 para uma família de 4 pessoas em 2016.

De lá, claro que a gente precisou visitar o lago Tarawera, porque a gente queria ver o vulcão (ele é grande e tem 3 domos), mas a gente só viu de longe, do outro lado do rio. Foi impressionante. E meio aterrorizante, depois de ler que ele ainda é ativo.

 

blue lake

Blue Lake é azul e lindíssimo!

 

No caminho para o lago Tarawera, paramos nos lagos Azul e Verde (Blue Lake e Green Lake). Eles ficam um do lado do outro, o azul sendo maior. Em um dia nublado, os dois ficam bem cinzas. Em um dia ensolarado, dá para ver a diferença, mas eu achei os dois azuis – o verde é levemente esverdeado.

O Ponto Sulfúrico (Sulphur Point) é uma caminhada gratuita que passa por uma área termal, bem divertido e muito fedido. A Mel não gostou. João reclamou bastante, mas também riu muito. Os 2 menores se divertiram demais. É uma caminhada curta e fácil. Nós demoramos cerca de meia hora, mas a gente parava e ficava um pouco em cada local diferente: tinha lama borbulhando, águas leitosas azuis, poças amarelas, buracos soltando fumaça e outras coisas.

 

redwood

Uma árvore vermelha da floresta Redwood

 

Te Puia é outra área termal, aonde fica o gêiser Pohutu. É pago e não é barato. Existem passes diferentes, que dão acesso à atividades/comida/shows diferentes (veja os preços aqui). A gente fez o Te Rā + Haka, que dava acesso ao parque, um tour guiado de 1 hora e um show māori, e custou NZ$ 173 para a família toda em 2016. Tem um post do Zé sobre ele.

A gente amou! O parque é grande, cheio de caminhadas, gêiseres, pedras soltando vapor, chão quentinho, piscinas de lama borbulhando, pequenos lagos coloridos, um rio lindo, plantas nativas e muitas esculturas māori. O show foi lindíssimo, eu amei! Uma pena que tenha sido tão curtinho! Espere que vai ter um review completo sobre o Te Puia!

redwood creek

Esse riacho na floresta Redwood era lindo, mas muito muito mal cheiroso

O último lugar que visitamos foi a floresta Redwood. Consegue imaginar uma floresta de contos de fadas? É essa: árvores altas, riacho com água azul leitosa, raios de sol passando entre as árvores, pássaros e muitos galhos pelo chão. Eu já falei que minhas 2 crianças mais novas são obcecadas por pedaços de madeira? Pois então.

É enorme e incrível! Eu amei! É cheio de trilhas diferentes, que vão de meia hora a 8 horas. A de 30 minutos é fácil e linda. E é tudo grátis, a não ser que você queira fazer a caminhada pela copa das árvores. A gente não fez.

Tem uma coisa (além do cheiro) que me incomodou muito em Rotorua: lixo. Tem muito plástico, latas e papel jogado em todos os lugares! Muito triste!

Redwoods

A floresta em si é linda e a caminhada é para todas as idades

E nosso vídeo!

Você já esteve em Rotorua? Fala pra gente o que você acha!

PS: A gente vai sortear 2 kits de presentinhos da NZ – um para as pessoas que recebem nossos newsletters (faça seu cadastro aqui) e outro para quem curtir nossa página do Facebook e compartilhar o post sobre a promoção (ele está afixado no topo do feed)! Você tem até o dia 30 de agosto de 2016, quando vamos sortear os ganhadores! Você pode participar só de um sorteio ou dos dois, e pode morar em qualquer lugar do mundo!

3 respostas

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  1. […] dos Anéis e O Hobbit. É o lugar onde algumas cenas foram filmadas. Fica em Matamata, perto de Rotorua e umas 2-3 horas de carro de […]

  2. […] uma noite em Wellington antes de ir pra Rotorua. Pegamos umas obras gigantescas bem na frente da casa que a gente estava ficando e não foi nossa […]

  3. […] Rotorua – Estivemos por lá em agosto de 2016, por uma semana. Apesar do cheirinho sulfúrico, é um lugar legal para se ver. […]

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